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Quando o Organismo se destrói

Você Conhece a Sepse?

(Fonte: Imagem da internet)

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O que são Doenças Negligenciadas?


"Doenças negligenciadas são doenças que não só prevalecem em condições de pobreza, mas também contribuem para a manutenção do quadro de desigualdade, já que representam forte entrave ao desenvolvimento dos países." (Fiocruz)


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Uma história de amor no reino animal


Essa é a Tiliqua rugosa . Esse bixinho fofo é um lagarto encontrado na Austrália. Mas ele é bem diferente dos outros lagartos, sabe o por quê? Ele é monogâmico. Ou seja, ele se relaciona com apenas uma fêmea. O interessante é que ele se relaciona com apenas uma fêmea e esta fêmea com apenas um macho durante TODA A VIDA. Esse casal fofo se encontra no mesmo local durante uma determinada época do ano. Todo ano eles se encontram. Mas o que acontece se um dos dois morrer?  Aí, o que ainda está vivo continua indo todos os anos ao mesmo local. 
Lindo e triste, não? Só estudantes de biologia, com maravilhosas aulas de zoologia, e leitores do biologia pernambucana para saberem disso!

Tem mais alguma curiosidade? Deixe seu Feedback! 

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Por que a lagartixa perde a cauda?



Esse processo curioso é chamado de Autotomia caudal...


Mas por que deixam para trás um pedaço de sua cauda? 

Ao contrário do que nós pensamos, as lagartixas são muito espertas. Elas utilizam a autotomia caudal como uma de suas formas de defesa. 


Cobra devorando a cauda de uma lagartixa (Fonte da imagem: Internet)

Note que na imagem ela está sendo atacada por uma cobra. Mas o que acontece?

Ela engana a serpente! Isso mesmo... Quando a cobra ataca, instintivamente a lagartixa solta a cauda e foge rapidamente, enquanto a serpente fica distraída com uma parte de seu corpo que pode se regenerar.



Vale salientar que esse tipo de recurso é utilizado em último caso, apenas quando não houver outra saída... 

Se por um lado a autotomia caudal pode salvar a vida do bicho, por outro, tem sérias desvantagens. 

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Reparem como a cauda fica depois de ser regenerada... não volta a ser do mesmo jeito, não é? Isso acontece porque a estrutura da cauda original é bem diferente da regenerada. 

Enquanto a original possui músculos que permitem movimentos, a falsa-cauda é formada por uma estrutura que chamamos de cartilagem, esta limita a capacidade de movimentos que a lagartixa possui e caso toda seja removida, não poderá se regenerar novamente.


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As lagartixas podem realizar este tipo de processo várias vezes, desde que a parte removida seja a cauda verdadeira, isto é, que possuem músculos. 


A partir do momento, em que toda a cauda verdadeira já foi substituída pela cartilagem, não poderá voltar a se regenerar novamente!



(Fonte da imagem: Internet)

Além disso, as lagartixas perdem BASTANTE energia para regenerar a cauda perdida, sem contar que a cauda auxilia no equilíbrio do corpo. Enquanto está sem a cauda, a lagartixa perde um pouco do seu equilíbrio e tem que se locomover mais devagar... tornando-se mais vulnerável ao se deparar com um predador.

Teve a façanha de encontrar uma lagartixa sem cauda?

Comente para nós a sua experiência! 

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Por que os olhos ardem com o xampu?

Ai! Meus olhos!

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Prática 2: Em dia de Macarronada... Veja o experimento !

Água, óleo e sal. Veja o que esses ingredientes podem ensinar a você antes de ir para a panela


Quando sua mãe ou seu pai estiverem na cozinha preparando aquela comidinha bem gostosa, aproveite para pedir um pouco de óleo vegetal e sal – itens essenciais para preparar macarronadas e outros pratos deliciosos. Enquanto espera a comida ficar pronta, você pode fazer um experimento simples e interessante!




Além do óleo e do sal, você vai precisar de um copo transparente e água. Para começar, encha o copo de água até a metade. Depois, adicione um pouco de óleo vegetal – cerca de um dedo. Espere até que as bolhas de ar sumam e, aos poucos, adicione o sal. E aí? O que aconteceu? Deixe seu comentário e conte pra gente!

Atenção!

Lembre-se de juntar o óleo que usa em casa em uma garrafa pet e entregá-lo nos pontos de coleta apropriados. Nada de jogar na pia! O meio ambiente agradece.


Professores, vocês podem inserir essa prática durante aulas de lipídios, nas aulas de química sobre substâncias polares e apolares, em explicações a respeito das micelas, em aulas de biologia celular sobre membrana plasmática. Fonte: http://chc.cienciahoje.uol.com.br

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Por que os pássaros não caem do galho quando dormem?




Essa é fácil! Você já reparou nos dedos e tendões dos pássaros? Eles têm pés especializados! Os quatro dedos livres são ''travados'' pelos tendões fazendo com que o passarinho fique aderido ao galho em segurança :)

Além de seus pés, as aves têm o chamado descanso cerebral unilateral. 

O que é isso? 

O Descanso cerebral unilateral significa que, enquanto um lado do cérebro dorme, o outro permanece atento. Isso faz com que as aves não descansem ao ponto de despencar da árvore. 

Aprendeu ou já sabia? Tem mais alguma curiosidade? Deixe sua ideia no "feedback" do lado direito da página ou deixe aqui nos comentários


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Lóri Lento - Parece inofensivo, mas não se engane!


Parece inofensivo, mas não se engane!








Este é o Lóri lento (Nycticebus), um mamífero venenoso. Ele possui uma toxina que é produzida em uma glândula, e quando misturada à saliva pode ser letal a quem for mordido por ele. 

Fonte: http://super.abril.com.br/
Extraído de Ambientalistas Online (www.facebook.com/AmbientalistasOnline)

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Prática 1: Extração do DNA de morangos

Uma boa alternativa interdisciplinar para o ensino de botânica e genética


Extração do DNA de morangos. (Fonte da imagem: Montagem/Internet)
Para inaugurar o nosso blog, que tem por objetivo divulgar interessantes experiências científicas de fácil acesso, iremos apresentar uma forma caseira bastante simples e rápida de extração e identificação de DNA!


Para isso, vamos utilizar como exemplo de material biológico uma "fruta" bastante saborosa e suculenta, o Morango! Antes de começar a parte prática, vamos entender um pouco mais sobre o nosso material de estudo. 
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Na verdade, o morango (Fragaria vesca) não é considerado um fruto no meio científico, mas sim um pseudofruto ou "falso fruto".

Frutos são estruturas das plantas derivadas do amadurecimento do ovário, surgindo logo após a fecundação. Já a morangueira possui mais de um ovário, classificada como frutos agregados (ou pseudofrutos agregados), sendo desenvolvida a partir do  receptáculo floral.

No morango, os verdadeiros frutos são na verdade os pequenos "caroços", chamados de arquênio (frutos secos), que envolvem a parte comestível (receptáculo), como indicado na imagem abaixo:

(Fonte da imagem: Reprodução/Brasil Escola)
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Bom, agora vamos ao que interessa: Extração de DNA! 

Primeiramente, temos que organizar nossos materiais que podemos encontrar facilmente na nossa casa ou em qualquer supermercado:

MATERIAIS:

1. Selecione os Morangos maduros e tire seus "cabinhos verdes";
2. Sacos plásticos do tipo zíper (ou sacos normais) para maceração dos morangos;
3. Papel filtro ou Peneira;
4. Béquer ou recipientes de vidro transparente;
5. Sal de cozinha;
6. Detergente;
7. Álcool comercial (98%) bastante gelado;
8. Bastão de vidro ou madeira (Também pode ser usado o cabo de algum talher);
9. Copos transparentes;
10. Tubos de ensaio ou recipiente similar de vidro transparente.


PASSO-A-PASSO: 



1. Coloque dois morangos dentro de um saco plástico e macere (amasse) pressionando os morangos com os dedos até obter uma pasta quase homogênea. Transfira a pasta de um morango para o copo.


2. Em outro copo, misture 150 ml de água, uma colher (sopa) de detergente e uma colher (chá) de sal de cozinha. Mexa bem com o bastão de vidro ou madeira, porém devagar para não fazer espuma.

3. Coloque cerca de 1/3 da mistura de água, sal e detergente sobre o copo com o macerado de morango. Misture levemente com o bastão de vidro.

4. Deixe em temperatura ambiente por 30 minutos. Mexa de vez em quando com o mesmo bastão.

5. Coloque uma peneira sobre um copo limpo e passe a mistura pela peneira para retirar os pedaços de morango que restaram.

6. Coloque metade do líquido peneirado em um tubo de ensaio. Coloque apenas cerca de 3 dedos no fundo do tubo.

7. Despeje delicadamente no tubo (pela parede do mesmo), sobre a solução, dois volumes de álcool comum. Não misture o álcool com a solução. Aguarde cerca de 3 minutos para o DNA começar a precipitar na interfase.

9. Passo opcional. Usar um palito de vidro, plástico ou madeira para enrolar as moléculas de DNA. Gire o palito na interface entre a solução e o álcool. 
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Se você é professor e deseja aplicar esse experimento em sala de aula, poderá baixar no link abaixo um manual de aula prática desta atividade desenvolvido pela USP, contendo todos os procedimentos, materiais necessários, sugestões de questões, além de atividades correlatas que podem contribuir para o conhecimento dos alunos. Baixe o protocolo aqui!

Fontes: Brasil Escola, Centro de Estudos do Genoma Humano (USP).


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VEJA O VÍDEO! 

FONTE: YOUTUBE

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