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Prática 14: Morfologia Vegetal

Observação da Raiz de uma

Angiosperma




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Prática 9: Morfologia Externa das Plantas – Frutos


             
 O fruto é o ovário desenvolvido da planta com as sementes formadas após a polinização seguida da fecundação. A finalidade biológica do fruto é ser um envoltório protetor para a semente e assegurar a propagação e perpetuação da espécie. Os frutos evoluíram para a dispersão, esta disseminação, assim como a polinização, foi fundamental para a radiação evolutiva das angiospermas. Há uma variedade de mecanismos de dispersão, esses diferentes mecanismos representam a história das relações entre os frutos e seus agentes dispersores.

               Os frutos são constituídos pelo pericarpo (parede do fruto) e pela semente. Quanto à consistência, os frutos podem ser secos (com pericarpo não suculento) e carnosos (com pericarpo suculento). O pericarpo é formado pelo:
1.      Epicarpo: camada mais externa proveniente da epiderme externa da parede ovariana;
2.     Mesocarpo: camada intermediária que fica entre o epicarpo e o endocarpo. Nos frutos carnosos pode ser espessa, podendo ou não acumular reservas, em geral é a parte comestível do fruto;
3.     Endocarpo: camada mais interna proveniente da epiderme interna da parede ovariana que se acha em contato com as sementes, podendo ser a parte comestível (como na laranja).
Os pseudofrutos são formados por outras partes florais, que não o ovário. Entre elas, o pedicelo (caju) ou o receptáculo (maçã e pera).


MATERIAIS

               Frutos de diversos tipos (laranja, limão, mamão, manga, abacate, tomate e coco);

               Palitos azuis, verdes e vermelhos.

PROCEDIMENTOS:

1.    Abrir o fruto em duas partes iguais;
2.    Indicar com o palito azul o epicarpo;
3.    Indicar com o palito verde o mesocarpo;
4.    Indicar com o palito vermelho o endocarpo.

TÓPICOS PARA DISCUSSÃO:

               1. Diferencie e exemplifique frutos secos e carnosos.
               2. Qual a vantagem ecológica dos frutos carnosos ?
              
Professores, nessa prática os alunos poderão  Observar, desenhar e indicar as camadas que constituem os frutos.*  Para realização desta atividade os alunos devem possuir conhecimento prévio sobre morfologia vegetal.

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Prática 5 - Morfologia externa das Plantas



                De acordo com a história evolutiva dos vegetais, as folhas surgiram para otimizar a captura de luz e CO2, aumentando assim, a eficiência fotossintética dos vegetais. Elas são expansões laterais e laminares do caule, possuem simetria bilateral e crescimento limitado. Podem se simples, compostas  ou recompostas. É principalmente nas folhas que ocorrem importante funções metabólicas, como o processo de fotossíntese, respiração e transpiração. Quanto às nervuras as folhar podem ser: uninérveas (com uma única nervura), paralelinérveas (com nervura secundária paralela à principal), peninérveas (com nervuras secundárias ao longo da principal), palminérveas (com nervuras que saem do mesmo ponto e divergem em várias direções) e curvinéveas (com nervuras secundárias curvas em relação à principal).
              
          As folhas são formadas pelas seguintes partes:
1.       Limbo: parte laminar e bilateral;
2.       Pecíolo: haste sustentatória do limbo;
3.       Bainha: parte basilar e alargada da folha que abraça o caule;
4.     Estípulas: apêndices geralmente laminares e em numero de dois, que se formam de cada lado da base foliar.




MATERIAIS UTILIZADOS:

·         Folhas de diversas espécies vegetais;
·         Lápiz de cera;
·         Folhas de papel ofício.

PROCEDIMENTOS

1.       Colocar sobre a bancada diferentes tipos de ramos foliares;
2.       Formar grupos de três alunos;
3.     Desenhar o material posto sobre a bancada, identificando no desenho se as folhas são simples, compostas ou recompostas;
4.       Determinar no desenho as partes que compões a folha;
5.  Classificar as folhas segundo suas nervuras. Para isso, fazer uma impressão da folha, utilizando lápis de cera e papel. As nervuras serão destacadas na impressão o que facilitará a classificação.

TÓPICOS PARA DISCUSSÃO

1.       Todas as folhas possuem laminas? Por quê?
2.       Por que as folhas são mais atacadas pelos insetos do que os caules e as raízes?


               Professores, vocês poderão utilizar esta prática com o propósito de  observar, diferenciar e ilustrar folhar de diferentes espécies vegetais, indicando as estruturas que as distinguem. * Para organização desta atividade os alunos devem possuir conhecimento sobre os órgãos que formam a planta e sobre folha.

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Prática 4 - Transporte de Líquidos



                O transporte de seiva bruta(água e sais minerais), na maioria dos vegetais, é realizado pelo xilema, tecido dotado de vasos que conduzem a seiva bruta desde a raiz até as folhas. O transporte até as folhas ocorre:

1. Quando a transpiração nas folhas promove um aumento da concentração salina nas células foliares, provocando uma força de sucção capaz de deslocar a água contida nos vasos, puxando-a em estado de tensão ou pressão negativa. A coluna líquida no interior dos vasos não é interrompida divido à forte coesão das moléculas de água e a sua adesão às paredes do vaso.

2. Quando o solo está bem suprido de água os pelos absorventes da raiz promovem uma uma eficaz absorção de água, por osmose, essa é cedida aos vasos do xilema. Neste caso a pressão é positiva, água é bombeada para o interior do vaso, determinando uma pressão da raiz capaz de promover o fluxo hídrico da raiz até as folhas. Isso ocorre, geralmente, quando a transpiração é baixa a sucção foliar é praticamente nula.


MATERIAIS NECESSÁRIOS

·         Duas flores brancas com haste longas recém colhidas;
·         Dois tubos de ensaio;
·         Recipiente de 150 ml;
·         Anilina vermelha ou azul;
·         Estante para tubo de ensaio;
·         Água;
·         Tesoura.

PROCEDIMENTOS:

1.     Em um dos tubos de ensaio adicionar 10 ml de água;
2.       No outro tubo adicionar 10 ml de água e 20 gotas de anilina, misture bem até homogeneizar;
3.       Cortar uma flor (tarefa do professor) 3 ou 4 cm da parte inferior da haste das flores;
4.       Colocar uma flor no tubo de ensaio que contém apenas água e a outra flor no tubo que contém a mistura (água e anilina);
5.       Deixar os tubos com flores em um local que receba luz do sol;
6.       Após horas observar os resultados.


TÓPICOS PARA DISCUSSÃO:

1. É correto afirmar que todos os vegetais possuem tecido especializado na condução de seivas? Justifique sua resposta.

Professores, vocês podem utilizar esta prática para Verificar o transporte de líquidos nos vegetais. * Para a realização desta atividade os alunos devem possuir conhecimento prévio sobre fisiologia vegetal – transporte de líquidos.


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